Maracanã passa a ser “dor de cabeça” para o Flamengo

As reclamações sobre o péssimo estado do gramado do Maracanã já se tornaram públicas e prometem não cessar enquanto a grama do Maracanã não melhorar bastante. Os gestores do estádio sabem disso e planejam uma solução: trocar praticamente todo o gramado no período sem jogos entre 17 e 26 de setembro. Tentativa radical e vista como única viável até o fim da temporada.

A reforma aconteceria entre os jogos do Fluminense contra Atlético-GO, pela Copa do Brasil, e Coritiba, pelo Brasileirão. Os responsáveis ainda discutem com a empresa que faz a manutenção do espaço a viabilidade e uma intervenção tão drástica.

O Maracanã passou por procedimento parecido durante o período sem jogos, mas somente no setor Norte, onde a iluminação natural não é a adequada de março a setembro. O jornal O Globo informou na última semana de que havia o debate sobre realizar o mesmo no setor Sul, mas a situação se agravou.

Com as queixas pública de Diego e Marcos Braz, que classificou como “pior gramado do Brasil” entrou em pauta uma ação mais completa. Até mesmo para atenuar a divergência nos discursos dentro do próprio Flamengo, um dos responsáveis por gerir o estádio.

Se no departamento de futebol o sentimento é de revolta, o presidente Rodolfo Landim deu declarações mais compreensivas ao canal Paparazzo Rubro-Negro. O mandatário condicionou o gramado ruim ao número de jogos de Flamengo e Fluminense.

Internamente, entre os jogadores, o gramado dos sonhos é similar ao da Arena Corinthians, tratado como tapete. Questiona-se ainda o motivo de não ser similar ao Ninho do Urubu, muito elogiado, apesar de “castigado” com treinos quase todos os dias.